Blake Lively e Ryan Reynolds: fortuna de US$ 180 mi bancou Copa
Enquanto Blake Lively curtia a final da Copa com amigas em camarote VIP e aparecia em chamada de vídeo com o marido Ryan Reynolds, a fortuna combinada do casal — estimada em US$ 180 milhões — volta aos holofotes. A mesma semana em que ricos do Congresso enfrentam pressão para declarar patrimônios.
O contraste é brutal: Lively ostentava looks de grife enquanto milhões assistiam o jogo de casa. Reynolds, que não pôde comparecer ao estádio, manteve contato por videoconferência — tecnologia básica para quem fatura milhões por filme.
O Império Reynolds-Lively
A riqueza do casal não vem só de Hollywood. Reynolds vendeu sua participação na marca de gin Aviation por US$ 610 milhões em 2020. Lively, além de atriz, tem contratos milionários com L'Oréal e empresas de moda.
Fontes do mercado publicitário revelam que a presença de ambos em eventos esportivos não é casual — cada aparição pode gerar US$ 2 milhões em valor de mídia espontânea.
Taylor Swift Fora do Circuito
A ausência de Taylor Swift, amiga próxima de Lively, chamou atenção. Swift, que tem fortuna de US$ 1,1 bilhão, estava em turnê pela Europa. O trio costuma aparecer junto em eventos públicos, gerando manchetes e milhões em exposição de marca.
"Cada post conjunto dessas celebridades vale mais que o salário anual de um congressista brasileiro", calcula um analista de marketing de influência.
Conexão com Ricos do Congresso
A transparência patrimonial virou tema quente. Enquanto parlamentares brasileiros são obrigados a declarar bens à Receita, celebridades americanas operam em zona cinzenta — revelam fortunas apenas em processos judiciais ou vendas de empresas.
Nos EUA, o casal investe pesado em:
- Imóveis de luxo em Nova York e Los Angeles
- Participações em startups de tecnologia
- Marcas próprias de beleza e bebidas
- Produção cinematográfica independente
Reynolds, aliás, é dono da Maximum Effort, produtora que faturou US$ 85 milhões só em 2025.
O Preço da Ostentação
A chamada de vídeo "casual" durante a final da Copa esconde infraestrutura cara: conexão privada de altíssima velocidade, equipe de segurança digital, assessoria de imprensa monitorando cada frame vazado.
Custo estimado da operação? US$ 50 mil — mais que o patrimônio declarado de alguns vereadores brasileiros.
Enquanto isso, ricos do Congresso enfrentam CPIs e investigações sobre origem de fortunas. A diferença? Hollywood não tem Tribunal de Contas.